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Ilha de Saint Martin

UM PEDAÇO DA FRANÇA NO CARIBE

A ilha que abriga St. Martin e St.Maarten é famosa por sua divisão em duas nacionalidades. Mas o fato de possuir duas jurisdições em nada prejudica a vida dos turistas e dos moradores, pois há completa liberdade de movimentação entre o lado holandês e o lado francês, que é governado a partir de Guadalupe (também de origem francesa) e tem representante direto no governo, em Paris. Localizada a 1.800 quilômetros de Miami e a 25 minutos de voo de San Juan de Puerto Rico, essa minúscula ilha pode ser percorrida de carro em menos de meia hora. Com ares tipicamente franceses, Marigot, a capital, reúne, ao mesmo tempo, charme e sofisticação. São inúmeras as lojas de marcas famosas como Kenzo, Fendi, Dior e Yves Saint Laurent, além dos shoppings que fazem a alegria dos turistas. Os restaurantes, sempre muito procurados até às nove da noite quando decresce o movimento, oferecem o melhor da culinária francesa em pratos elaborados que variam da carne aos frutos do mar. A partir deste horário, as danceterias se enchem de pessoas dispostas a dançar ou, apenas, ouvir música em alguma mesa bem situada, permitindo apreciar a agitação das pistas. Durante o dia, nada melhor de que escolher entre as várias praias para um bom banho de sol, um mergulho ou até mesmo para a prática de esportes náuticos. Ao contrário do Brasil, em St. Martin é comum o “bronzeamento total”, aquele que dispensa qualquer tipo de maiô, biquíni ou sunga. Porém, os mais conservadores não devem se sentir intimidados com tanto desprendimento. Existe espaço também para eles, quando os trajes normais de banho são bem vindos. Para quem quiser fazer um “treino” para “tentar” se adequar ao clima local, o melhor é se dirigir para lugares onde o topless não sofre restrições. A flora e a fauna submarinas são ricas. Por isso, mergulhar é uma atividade bastante comum que guarda respeito pela vida marinha. Todos que se aventuram sob as águas ou mesmo na praia preservam o meio ambiente consciente que não devem afetá-lo com a pesca predatória. No mais, é aproveitar esse pequeno pedaço da França encravado no Caribe e dar uma esticada na vizinha St. Maarten.

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