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Ilha de Capri – Sul da Itália

Ainda não tive a oportunidade de conhecê-la, mas confesso que me apaixonei por Capri em uma matéria de um programa de turismo, com certeza está entre meus roteiros futuros de viagem, se for de navio então mais perfeito ainda!

Uma receita que quero provar originalmente em Capri, é uma pasta servida com azeite de oliva e parmesão ralado, simples e tradicionalíssima!

Localizada no Mar Tirreno, ao sul do Golfo de Nápoles, Capri sempre foi considerada um resort, um destino para se curtir durante o verão, desde a época da República Romana.

Apesar de ser parte do território italiano, Capri foi primeiramente colonizada pelos gregos, o que significa dizer que provavelmente o nome Capri não tenha sido derivado do latim “Caprae” (cabras), mas sim do grego “Kapros”, uma espécie de javali selvagem que habitava a ilha.

O principal centro da ilha é a cidade de Capri, que conta com dois portos muito famosos no Mediterrâneo – Marina Piccola e Marina Grande (o principal porto). Muito cobiçados, os portos abrigam os megayachts que circulam pelo Mediterrâneo, especialmente nesta época do ano, sob o sol forte, levando e trazendo milionários, celebridades e artistas famosos.

Capri sempre exerceu grande fascínio entre os nativos. A ilha teria sido descoberta pelos romanos em 29 a.C., quando Augusto, o primeiro imperador romano, voltava de uma campanha militar no Oriente. Foi amor à primeira vista. Partiu dele a ordem de edificar diversas ‘villas’, as típicas construções do mediterrâneo, entre elas sua residência de verão.
Seu sucessor, Tibério, chegou a governar o Império Romano da Villa Imperial e ergueu 12 mansões em Capri. Da maior delas, a Villa Jovis, restaram apenas ruínas, que ainda hoje podem ser visitadas.
O requinte e o bom gosto, porém, permanecem. Um cheiro gostoso domina as passarelas. Explica-se: a ilha abriga duas fábricas de perfumes há mais de 600 anos, que aproveitam as flores típicas e do limão e da laranja para extrair suas essências.
Em suas vielas, além do aroma, há uma profusão de butiques de grifes, lojas, ateliês, galerias, mercadinhos de frutas e muita gente chique perambulando.
O vaievém não é só em terra firme. Lanchas, iates e transatlânticos a todo momento rodeiam a ilha ou congestionam a Marina Grande.
Para percorrer a ilha de um lado a outro, o ideal é pegar um microônibus ou optar por uma viagem de barco, com preços que variam de acordo com o trajeto.
Graças à formação calcária, Capri está repleta de grutas. Um passeio concorridíssimo é dar a volta completa pela ilha, o que permite apreciar a beleza de lugares como a Grotta del Bove Marino.
Num dos extremos de Anacapri fica um belo farol, recentemente restaurado, com um espaçoso deque para tomar um banho de mar. Como praticamente não existe areia na orla de Capri, não vá esperando encontrar praias, ao menos no sentido brasileiro do termo.
A vantagem é que não existem ondas, e a água, nesta época do ano, fica numa temperatura agradável e irresistivelmente convidativa. Perfeita para se jogar.
A gruta azul
Do mesmo lado da Marina Grande, mas no sentido oposto, próximo a Anacapri, fica a principal atração da ilha: a Grotta Azzurra (Gruta Azul). Há duas maneiras práticas de chegar até lá: de barco ou de ônibus –quem quiser se aventurar pode ir caminhando, mas o trajeto é bem puxado.
Escavada na rocha pelo mar, a Grotta Azzurra é conhecida desde o Império Romano. O visitante desce do alto do penhasco por uma escada de madeira. No final dos degraus, segue pela água.
Dentro da gruta, um imenso salão esculpido. É pela abertura submersa na parede de rocha que a luz solar entra na caverna, iluminada de baixo para cima. É exatamente a ‘filtragem’ da claridade solar pelo azul do mar que batiza a gruta, e que lhe confere um tom resplandecente.
Para quem: gosta de mar, mas não pretende ficar estirado na areia, quer ver e ser visto, procura luxo e sofisticação sem se preocupar com o bolso

Quando ir: de junho a setembro, a temperatura varia de 26ºC a 29ºC; veranistas endinheirados de toda a Europa lotam a ilha; a partir do final de outubro, muitos hotéis e restaurantes fecham

By: Roberto de Oliveira para folha.com

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