Oi gente, tudo bem? O Post de hoje é para compartilhar um pouco sobre esse universo incrível dos Drinks & Cocktails, espero que gostem! 😉

Hoje existem mais de 100 bebidas mistas reconhecidas cuja classificação é feita com base na estrutura, capacidade, temperatura de serviço e de consumo. Esta última é a mais utilizada.

  • Coquetéis Pre-dinner: são servidos como aperitivos, do latim aperite (abrir); muitos tem a característica de estimular a salivação e, consequentemente, o apetite. Salvo algumas exceções, na maioria deles prevalecem os aromas amargos.
  • Coquetéis: After dinner: servidos após o jantar, não devem ser confundidos com os digestivos, pois são a conclusão delicada para uma refeição; são caracterizados pela presença significativa de álcool, por ingredientes como licores e creme, e pela sensação olfativa e gustativa complexa.
  • Coquetéis para todas as horas: são servidos a qualquer hora e são caracterizados pela presença de base alcoólica, adição de refrigerantes e utilização de adoçantes.

Os tipos são:

Short ( se servidos nas taças de coquetel);

Medium ( se servidos em copos baixos ou old fashioned);

Long drinks ( se servidos em copos altos ou outros copos de grande capacidade) e são caracterizados pela presença de sucos de frutas ou bebidas frisantes.

Desde quando foram destilados os primeiros licores de frutas de várias plantas, sempre se tentou misturá-los para conseguir exaltar o seu sabor e dar ao mesmo tempo mais vida às cores deixando as bebidas mais atraentes. Mas foi durante o Medievo e, mais tarde na Renascença que as misturas à base de licores e de vinhos alcançaram o patamar de obra de arte, das quais se encarregavam os mestres de cerimônia da corte.

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Lychee Martini Jelly Shots ( Drink em formato de gelatina – Martini e  lichia).

Drinks Moleculares:

Devagarinho, os alquimistas estão invadindo os bares no Brasil e no mundo. E não se trata de fazer vodca virar ouro ou de inventar uma nova receita para o tradicional uísque, mas sim de transformar texturas ao preparar as bebidas. São os chamados drinques moleculares, que misturam consistências sólidas (ou quase) e líquidas. Segundo o mixologista e consultor Marco De la Roche, a técnica vem da gastronomia e usa conhecimentos da química e da física para desenvolver uma nova experiência sensorial. “A ideia é quebrar paradigmas e tirar o melhor proveito de cada ingrediente na preparação do drinque“, diz ele.

A mixologia molecular envolve três técnicas básicas: esfera, que usa alginato de sódio e cloreto de cálcio para criar uma reação química, produzindo uma película fina com líquido dentro (quando feita em tamanho menor, é chamada de caviar); ar, resultado da mistura da solução escolhida, como uma calda ou um suco, com lecitina de soja em pó, obtendo uma textura semelhante à de bolhas de sabão, com sabor bem suave; e neve, que é o ar congelado, virando uma película fina e quebradiça. Há ainda as bebidas que ficam totalmente sólidas e precisam de colher para serem apreciadas, como é o caso do Bloody Mary Duo Cube.

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Molecular Gastronomy Cocktails

Mas, antes de sair por aí apostando em espumas e esferas, é preciso compreender que cada ingrediente tem seu momento para ser apreciado. “A beleza da mixologia molecular não está em se espantar com uma alteração de textura, mas sim em controlá-la e encontrar o momento certo de utilizá-la, sem desespero para aderir a uma tendência”, afirma Marco. “É importante respeitar os ingredientes e misturar com bom senso. Não adianta aprender a fazer esferas, por exemplo, e jogar em cima de qualquer coisa”, alerta ele.

Quer saber mais? Confira essa matéria da Veja SP:

Drinks & Cocktails

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